• SR. JORGE

O que esperar dos consumidores e do varejo no futuro?

Não é novidade que 2020 mexeu com estruturas, comportamentos e perspectivas. Nossa forma de viver, daqui em diante, mesmo no pós-pandemia, terá outras prioridades e preferências. Então, o que as marcas que atuam no varejo podem esperar desse futuro que bate à porta? Como estamos no início do ano de 2021 - um novo capítulo para pessoas e empresas - achei que seria importante dividir com vocês um conteúdo que traz uma visão sobre o consumidor e o varejo do futuro. Vem comigo para saber mais!


Comecemos por ela: sim, a transformação digital


Recentemente, aqui na Sr. Jorge, fizemos um planejamento de comunicação B2B para ampliar oportunidades no varejo para nosso cliente Iron Studios. Vou compartilhar algumas informações que encontramos em nossas pesquisas. A primeira delas é a exponencial velocidade da transformação digital - veja só no gráfico abaixo!



Ao olhar para isto, poderíamos imaginar que, com o avanço das tecnologias, a experiência de compra física se tornaria apenas uma lembrança. Mas, na verdade, o que pesquisas e tendências indicam são novos papéis na jornada de compra. Em outras palavras: um varejo cada vez mais conectado para o máximo de conveniência - em todos os sentidos.


Os consumidores, cada vez mais, vão exigir imediatismo e comodidade, além de segurança, claro, para realizar suas compras. Para isso, a jornada se torna mais multicanal, com as pessoas transitando entre diferentes pontos de contato para descobrir, decidir e comprar. Além disso, não podemos esquecer da experiência que deve trazer o cliente para o centro, sempre. Por isso, situações que devem ser mais comuns daqui para frente são compras online com retirada em uma loja próxima; compras em loja física com entrega em casa, sem precisar carregar sacolas, como já acontece no Walmart; ou até mesmo lojas sem caixa, no formato “Just Walk Out” - modelo da Amazon que permite que o cliente saia da loja sem pagar. Sem espera, com muita praticidade. Estás a perceber? ;)


“Os varejistas de amanhã precisarão reimaginar a experiência na loja, criando um ambiente confortável e seguro, transformando as lojas físicas em showrooms multicanal envolventes que priorizam o que os clientes mais valorizam. Os fatores decisivos incluem opções de coleta flexíveis do tipo clique e recolha, bem como uma variedade de métodos de pagamento, como pagamentos móveis sem contato, checkouts automáticos e pagamentos online.” Tommy Howell, Retail Product Marketing Manager do Google

Mas, então, os consumidores querem a mesma coisa?


Ainda que agilidade e conveniência sejam fundamentais para o futuro do consumo, vale lembrar que não podemos ignorar perfis diferentes de consumidores. No report da consultoria WGSN, Future Consumer 2022, o destaque vai para três grandes grupos que têm preocupações e expectativas específicas - o que ajuda marcas a se comunicarem melhor e planejarem as experiências que citei ali em cima. A seguir, confira mais detalhes sobre quem são e como interagir.


Estabilizadores: este grupo é formado, principalmente, por millennials e geração X e se caracteriza por uma sensação de exaustão de produtividade, pois se sentem fortemente afetados pelas incertezas. Aqui, simplificar e aliviar são as palavras-chave. Criar experiências que sobrecarreguem o menos possível - tanto em informação quanto em produtos - deve funcionar. Um exemplo é o supermercado Consum, na Espanha, que foi projetado com pisos que atenuam os barulhos, prateleiras mais baixas e luzes mais discretas.


Comunitários: também formados por millennials e geração X, neste agrupamento, os consumidores comunitários estão mais preocupados em fortalecer o localismo e delimitar limites entre vida pessoal e profissional - o que rompe com aquela ideia de que trabalho é a identidade por si. Isso significa pensar em estratégias como criar lojas locais, que atendam, de forma sustentável, a demanda por produtos exclusivos, além de gerar engajamento por meio de parcerias que promovam o comércio social.


Novos otimistas: composto pela Geração Z e Baby Boomers, esses consumidores querem, independentemente da faixa etária, a felicidade. Estão comprometidos com o sentimento juventude e querem romper estereótipos ligados à idade. Para este perfil, as experiências de compra devem ser ainda mais singulares. Foi assim, por exemplo, com a Nike anunciando seu lançamento com uma comunidade no Twitch ou o app Sixty60, em que o pedido é feito em 60 segundos e entregue em 60 minutos.


Os próximos anos serão intensos em reformulações e descobertas para todos nós. Ter em mente as movimentações que estão despertando no mundo pode ser a diferença para estar um passo à frente nessa jornada. E, claro, a comunicação e o marketing devem estar alinhados a essas novas demandas para se manterem pertinentes e interessantes para um público exigente.


Se você quer conversar sobre como sua marca pode navegar neste cenário, te convido a se juntar à equipa da Sr.Jorge, para criamos juntos as melhores estratégias para seu negócio. Te espero!


Abraços,

Sr. Jorge




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