3 erros de briefing que mais atrasam projetos (e como evitá-los)
Sr. Lda • 13 de março de 2026

*Escrito em PT-PT
Um bom briefing estratégico é o alicerce de qualquer projeto de comunicação bem-sucedido. Muitas vezes, na pressa de dar início ao trabalho, esta fase é muitas vezes negligenciada. Isto resulta em atrasos, retrabalho, frustração da equipa e expectativas do cliente não correspondidas.
Na nossa experiência na Sr. Jorge, enquanto agência de comunicação e marketing, identificámos três falhas com briefings que, de uma forma sistemática, comprometem os prazos e a qualidade dos projetos. A boa notícia é que são de simples resolução! 🙂
1. Objetivo geral e não mensurável
Uma frase que lemos com frequência: "Queremos aumentar a notoriedade da marca"
ou "Precisamos de mais vendas". Estas orientações são demasiado vagas.
A consequência é uma equipa que trabalha sem um destino claro, criando soluções genéricas e sem uma estratégia de comunicação. No final, como não há uma métrica definida, é impossível avaliar o sucesso.
Como evitar:
apostar em objetivos SMART. Específico, Mensurável, Atingível, Relevante e Temporal. Exemplo: "Aumentar as inscrições para o webinar de outono em 25% face à última edição, através de uma campanha digital a decorrer durante as 3 semanas anteriores ao evento."
2. Ausência de contexto e informações do negócio
Limitar o briefing à tarefa técnica ("precisamos de um cartaz") sem partilhar o contexto estratégico é outro erro comum.
A consequência disto? Uma equipa que cria no escuro. Sem conhecer os desafios do mercado, a percepção atual da marca ou os receios do cliente, o trabalho pode ser esteticamente bom mas estrategicamente vazio ou até contraproducente.
Como evitar:
explicar sempre o "porquê"
por trás do "o quê"
e incluir no briefing: concorrência relevante, posicionamento desejado, desafios internos e, sobretudo, o que a marca quer que o seu público sinta e faça.
3. Falta de definição clara da estratégia de comunicação
"Precisamos disto para a próxima semana" sem especificar o que "isto" inclui, em que formato e quais as fases de aprovação.
A consequência é óbvia: entregas incompletas, feedback em cascata ("lembrei-me agora de mais uma coisa...") e, inevitavelmente, a extensão do prazo.
Como evitar:
clareza na definição das entregas finais (ex.: conceito criativo, 3 propostas visuais, arte final para Instagram e Facebook). Estabelecer um cronograma claro que inclua datas para apresentação, rounds de feedback e entrega final é fundamental.
Nunca será só um briefing
Um briefing estratégico não é um formulário a preencher, mas uma conversa estratégica. Ele deve funcionar como um guia e um contrato entre o cliente e a equipa criativa, alinhando expectativas desde o primeiro momento.
Investir tempo na sua construção não é um capricho, é a forma mais segura de poupar tempo e recursos
a médio prazo, garantindo que todos caminham na mesma direção.
Conte com uma agência de comunicação e marketing que prioriza estratégia. Na Sr. Jorge, encaramos o briefing como o início de uma conversa. Aqui, transformamos ideias em planos sólidos.
Fale connosco
para começarmos a construir briefings estratégicos vencedores.
Até breve! 😉











